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Diretor de hospital público polonês é demitido por se negar a fazer aborto

Na Polônia, um país católico, a interrupção da gravidez só é permitida em caso de estupro, incesto, risco para a vida da mãe ou malformação irreversível do feto, até as doze semanas de gestação. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 10. julho 2014 - 11:55
(AFP)

A cidade de Varsóvia decidiu demitir o diretor de um hospital público que se opôs a praticar um aborto em sua instituição, solicitado por uma malformação fetal, declarou nesta quinta-feira à AFP o porta-voz do governo municipal, Bartosz Milczarczyk.

"Um médico pode rejeitar um aborto invocando a cláusula de consciência, mas um hospital como estabelecimento público não pode fazer isso", disse.

O diretor do centro, Bodgan Chazan, alegou que o aborto é contrário a suas convicções religiosas.

Na Polônia, um país católico, a interrupção da gravidez só é permitida em caso de estupro, incesto, risco para a vida da mãe ou malformação irreversível do feto, até as doze semanas de gestação.

O bebê nasceu no dia 30 de junho em outro hospital público, mas faleceu na quarta-feira, informou a imprensa polonesa.

O caso mobilizou as organizações "pró-vida", mas também os defensores do direito ao aborto.

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