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Dois russos e uma americana a caminho da Estação Espacial Internacional

Foto divulgada pelo cosmonauta russo Ivan Vagner, a bordo da ISS, mostra a decolagem do foguete Soyuz MS-17 com a americana Kathleen Rubins e os russos Serguei Ryzhikov e Sergei Kud-Svertchkov afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 14. outubro 2020 - 05:52
(AFP)

A astronauta americana Kathleen Rubins e os cosmonautas russos Serguei Ryzhikov e Serguei Kud-Svertchkov decolaram nesta quarta-feira (14) a bordo de um foguete russo Soyuz rumo à Estação Espacial Internacional (ISS).

"A nave entrou com êxito em órbita", anunciou a agência espacial russa Roskosmos.

O Soyuz que transporta os dois cosmonautas da Roskosmos e a astronauta da Nasa decolou às 5h45 GMT (2H45 de Brasília) da base de Baikonur, no Cazaquistão.

Os três esperam bater um recorde e acoplar à ISS em apenas três horas, contra as seis habituais.

Na ISS, uma das poucas áreas de cooperação que persistem entre os russos e os países ocidentais, o trio será recebido por Chris Cassidy (Nasa), Anatoli Ivanishin e Ivan Vagner (Roskosmos), cujo retorno à Terra está previsto para 22 de outubro.

O voo do Soyuz acontece entre dois lançamentos com destino à ISS do foguete americano SpaceX, com o qual os Estados Unidos recuperaram a capacidade de enviar pessoas ao espaço.

Até o voo de Robert Behnken e Doug Hurley em 30 de maio, que teve lançamento no Centro Espacial Kennedy (Flórida), os foguetes Soyuz da Rússia eram o único meio disponível para enviar astronautas americanos à ISS. Os dois retornaram à Terra em 2 de agosto.

O próximo voo da SpaceX rumo à ISS acontecerá em novembro e transportará três americanos e um japonês.

A presença da SpaceX e da Boeing, empresas privadas que assinaram contratos com a Nasa, aumenta o debate sobre o retorno da "corrida espacial" entre diversos países.

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