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Empréstimos do Banco Mundial a países emergentes cresceram 22% em um ano

O presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim, expressou preocupação de que muitos tenham parado de pensar nas mudanças climáticas como um problema urgente. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 01. julho 2014 - 21:02
(AFP)

Os empréstimos do Banco Mundial aos países emergentes cresceram 22% no último ano fiscal comparado com o período anterior. O aumento acontece no momento em que a instituição busca reafirmar sua liderança no campo do desenvolvimento, informou o BM em comunicado.

Os créditos concedidos pelo setor do banco dedicado aos países com rendimentos médios (IBRD, na sigla em inglês) subiram para 18,6 bilhões de dólares durante o exercício fiscal com fechamento em 30 de junho, em comparação aos 15,2 bilhões do ano anterior, anunciou o organismo no comunicado.

Os empréstimos aos países em desenvolvimento aumentaram para uma cifra recorde de 22,2 bilhões em 2014, 36% superior em relação ao ano anterior.

"Este grande aumento na demanda por empréstimos coincide com as maiores mudanças no banco", afirmou o presidente da instituição, Jim Yong Kim, citado no comunicado.

Com a competição do setor privado e dos grandes países emergentes que desejam lançar seus próprios bancos de desenvolvimento, o Banco Mundial, situado em Washington, implementou uma reforma com o objetivo de melhorar a qualidade de seus serviços e reduzir seus gastos.

Nesse sentido, o Banco Mundial põe em prática um programa para poupar 400 milhões de dólares em três anos, dentro de um orçamento anual calculado em 5 bilhões de dólares, que inclui a redução de funcionários.

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