Navigation

Empresário pagará USD 13,5 milhões ao Equador no âmbito do caso Odebrecht

Um empresário prometeu entregar ao Equador 13,5 milhões de dólares no âmbito do caso de corrupção da Odebrecht no país afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 14. janeiro 2019 - 18:55
(AFP)

Um empresário prometeu entregar ao Equador 13,5 milhões de dólares no âmbito do caso de corrupção da Odebrecht no país, informou o governo equatoriano nesta segunda-feira.

O governo explicou que a empresa Glory International Indústria, com sede em Hong Kong, transferiu cerca de 13,5 milhões da Odebrecht para uma conta nos Estados Unidos do empresário equatoriano Tomislav Topinc para um projeto de cabeamento submarino de fibra óptica.

O Executivo também divulgou uma carta na qual Topic diz que sua empresa Telconet "recebeu verbas, das quais sabemos agora que podem ter origem ilícita. Por isso nos comprometemos, como prova de nossa boa fé, a entregar tais valores" para o Estado.

"Hoje anunciamos (...) a recuperação de 13,5 milhões de dólares", disse a repórteres o subsecretário de Ação Política do governo, Iván Granda.

O governo receberá esse fundo "produto da corrupção", segundo o Ministério Público, acrescentou o funcionário.

Um tio do ex-vice-presidente Jorge Glas está envolvido no caso. Glas e seu tio Ricardo Rivera estão presos desde 2017 e sentenciados em primeira instância a seis anos por receberem 13,5 milhões de dólares em subornos da Odebrecht.

O caso da Telconet, de alegada lavagem de dinheiro pelo qual Rivera está sendo investigado, não teria conexão com o de subornos para Glas através de seu tio.

Há dois anos, Topic entregou ao Estado US$ 2,5 milhões em outra investigação sobre a corrupção da Odebrecht no Equador, segundo Granda.

Glas, que há um ano perdeu o cargo de vice-presidente, foi responsável por setores estratégicos no governo do ex-presidente Rafael Correa (2007-2017).

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.