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Manifestação contra a violência de gênero em Buenos Aires, no dia 11 de abril de 2017

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Um corpo esquartejado que foi encontrado sepultado em uma casa da Grande Buenos Aires foi identificado como de Araceli Fulles, uma jovem de 22 anos desaparecida há 26 dias, confirmou nesta sexta-feira o pai da vítima, em outro caso que comove a Argentina, onde se comete um feminicídio por dia.

Peritos forenses estão a cargo da autópsia do corpo encontrado na casa do principal suspeito do desaparecimento e assassinato de Fulles, Darío Badaracco, de 29 anos, que está foragido depois de ter declarado na justiça que manteve uma relação sexual com a jovem e inclusive após participar ativamente em sua busca.

Há, ainda, seis detidos por suposta cumplicidade no crime.

Badaracco tinha aderido à campanha pelo aparecimento com vida da jovem. Colou cartazes de busca com a foto de Fulles nas paredes do bairro e pediu em meios locais que os assassinos de mulheres sejam punidos com firmeza.

Cães farejadores encontraram na noite de quinta-feira uma perna e parte de um corpo nu coberto com cal, a 35 centímetros de profundidade, em uma casa da localidade de José León Suárez, na Grande Buenos Aires.

Na Argentina, uma mulher era assassinada a cada 30 horas, segundo dados da ONG Casa del Encuentro, mas nos últimos meses esse número subiu para um caso a cada 24 horas.

Há 20 dias, o brutal estupro e assassinato de Micaela García, de 21 anos, em Gualeguay, a 230 Km ao noroeste da capital, causou comoção no país

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AFP