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EUA e UE reforçam sanções contra Rússia por crise na Ucrânia

A lista de sanções americanas também inclui medidas contra os rebeldes da República Popular de Donetsk e da República Popular de Lugansk, no leste da Ucrania. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 16. julho 2014 - 22:07
(AFP)

Os Estados Unidos reforçaram significativamente nesta quarta-feira as sanções contra a Rússia em resposta à crise na Ucrânia, afetando empresas de defesa, de finanças e de energia.

O Departamento do Tesouro informou que as medidas, golpe mais duro da Casa Branca em Moscou até o momento, incluem sanções às companhias Rosneft e Gazprombank.

A lista de sanções americanas também inclui medidas contra os rebeldes da República Popular de Donetsk e da República Popular de Lugansk, no leste da Ucrania.

O anúncio foi feito no momento em que os líderes da União Europeia (UE) decidiram também ampliar as sanções contra a Rússia, de acordo com fontes diplomáticas.

A UE adotou medidas contra instituições russas, que foram responsabilizadas por ameaçar a integridade territorial da Ucrânia, indicou uma fonte diplomática. Também decidiu suspender os programas financiados na Rússia pelo Banco Europeu de Investimentos (BEI) e o Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento (BERD).

As novas sanções foram impostas depois de mais de três meses de confrontos na Ucrânia que deixaram mais de 600 mortos.

Quase 50 civis morreram desde o fim de semana em ataques aéreos e de artilharia em Donetsk e Kugansk, na região leste.

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