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Membros do Médico Sem Fronteiras (MSF) atuam em Conacri, na Guiné, para tratar o Ebola, em 23 de julho de 2014.

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Os Estados Unidos acompanham de perto a epidemia de febre hemorrágica, ligada ao vírus Ebola, que já matou mais de 600 pessoas neste ano, e fornecem ajuda aos governos africanos e a ONGs locais, explicou um funcionário de alto escalão.

"O governo americano continua mobilizando várias agências governamentais para ajudar os países afetados pela epidemia do vírus Ebola", afirmou à AFP Will Stevens, porta-voz do escritório do Departamento de Estado na África.

Entre os serviços americanos envolvidos na ajuda estão os Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) e várias agências do Pentágono.

O vírus continua se agravando com a morte de 28 pessoas entre os dias 18 e 20 de julho em três países no oeste da África (Guiné, Libéria e Serra Leoa), o que eleva o total de vítimas a 660 mortos, indicou a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Um liberiano morreu pelo vírus Ebola em Lagos, a maior cidade da África, no primeiro caso registrado na Nigéria, anunciaram as autoridades do país na sexta-feira.

AFP