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EUA oferece US$ 10 milhões por captura de líder de cartel mexicano

O secretário de Justiça dos Estados Unidos, Jeff Sessions, fala durante coletiva de imprensa em 16 de outubro de 2018, em Washington afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 16. outubro 2018 - 22:27
(AFP)

Os Estados Unidos ofereceram nesta terça-feira (16) uma recompensa de 10 milhões de dólares por informações que possam levar à prisão do líder do cartel Jalisco Nova Geração, uma das organizações de narcotráfico mais poderosas e perigosas do México.

O governo americano também anunciou em um comunicado a abertura de uma linha telefônica especial, um e-mail e uma conta no Twitter para compilar informações sobre Nemesio Oseguera Cervantes, também conhecido como "El Mencho", de 52 anos, atualmente em atividade.

O cartel Jalisco Nova Geração "é uma das cinco organizações criminosas transnacionais mais perigosas do mundo", disse o ministro da Justiça dos Estados Unidos, Jeff Sessions, em coletiva de imprensa.

Segundo ele, o cartel envia para seu país ao menos cinco toneladas de cocaína e cinco toneladas de metanfetaminas por mês. Destacou que "envenena e mata os americanos de todo o país, rouba nossa prosperidade e nossa segurança", acrescentou.

Além de "El Mencho", o ministério revelou na terça-feira que também acusou outros 44 membros do cartel, entre eles seu filho, Rubén Oseguera González, conhecido como "Menchito", de 28 anos, detido desde 2015 no México e titular de um passaporte americano.

Sua esposa, Rosalinda González Valencia, foi detida em maio no México, onde se acredita que tenha administrado os bens do grupo criminoso, fundado em 2011.

Segundo estimativas do governo mexicano, o cartel liderado por "El Mencho" teria acumulado uma fortuna de 50 bilhões de dólares.

A organização está estabelecida em três quartos dos estados do país e têm vínculos com organizações criminosas em Estados Unidos, Europa, Ásia e outros países da América Latina.

O cartel da Nova Geração não hesitou em atacar objetivos militares ou policiais. Em 2015, membros do grupo criminoso mataram vinte soldados e uma policial durante um ataque com lança-granadas contra um helicóptero militar.

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