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EUA pede liberdade para ex-executivos da Citgo presos na Venezuela

Logo de estação da Citgo em Middletown, em 26 julho de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 01. setembro 2020 - 16:20
(AFP)

Os Estados Unidos pediram à Venezuela nesta terça-feira que liberte os seis ex-executivos da petrolífera Citgo detidos no país, dois dos quais estão em prisão domiciliar, após mais de 1.000 dias de sua prisão.

O secretário de Estado Mike Pompeo fez o pedido depois que o presidente venezuelano Nicolás Maduro indultou mais de uma centena de oponentes na segunda-feira, incluindo deputados e colaboradores do chefe parlamentar Juan Guaidó, que por sua vez descreveu a ação como "armadilha" para as eleições legislativas de dezembro.

Em nota, Pompeo comemorou que dois dos detidos foram colocados em prisão domiciliar e que o julgamento já tenha começado.

"Os outros quatro continuam em prisões venezuelanas, que estão se tornando cada vez mais perigosas, onde a covid-19 continua se espalhando e ameaça suas vidas", indicou a diplomacia norte-americana.

Os seis executivos - Tom Vadell, José Luis Zambrano, Alirio Zambrano, Jorge Toledo, Gustavo Cárdenas e José Pereira - foram presos em novembro de 2017.

Os seis executivos são acusados de estelionato, lavagem de dinheiro e associação criminosa, entre outros crimes.

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