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(Arquivo) Policiais inspecionam um posto policial destruído por uma explosão, na cidade iraquiana de Hilla

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As forças de segurança iraquianas encontraram nesta quarta-feira corpos de 53 homens, executados e com as mãos atadas, perto de Hilla, na região central do país.

Os corpos apresentavam marcas de tiros na cabeça ou no tórax. De acordo com um legista, as mortes aconteceram há pelo menos uma semana.

Os motivos do massacre ainda não foram determinados.

A província de Babil, que tem Hilla como capital, é cenário de combates desde o início da ofensiva, em junho, dos insurgentes sunitas, mas não haviam sido registrados combates na área em que os corpos foram localizados.

Os insurgentes sunitas, liderados pelos jihadistas extremistas do Estado Islâmico (EI), assumiram o controle de amplas zonas de território nas regiões norte, oeste e leste do Iraque.

O exército tem dificuldades para recuperar espaço, apesar da ajuda de milícias xiitas.

A violência provocou a fuga de centenas de milhares de pessoas de suas casas.

No plano político, o processo de formação de governo está paralisado. O Parlamento eleito nas legislativas de abril adiou duas sessões importantes.

O país vive sob tensão religiosa entre xiitas, majoritários, e sunitas. Também existe o risco territorial, pois os curdos desejam a separação.

AFP