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Ex-executivos da área do petróleo voltam para a prisão na Venezuela apesar de apelos dos EUA

Seis ex-diretores de uma empresa petroleira - cinco deles com dupla cidadania, venezuelana e americana - foram presos novamente por autoridades da Venezuela, quase dois meses depois de cumprirem prisão domiciliar afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 06. fevereiro 2020 - 22:11
(AFP)

Seis ex-diretores de uma empresa petroleira - cinco deles com dupla cidadania, venezuelana e americana - foram presos novamente por autoridades da Venezuela, quase dois meses depois de cumprirem prisão domiciliar, informaram parentes dos detidos e uma ONG nesta quinta-feira.

Segundo essas versões, na quarta-feira à noite, agentes do serviço de inteligência (Sebin) prenderam os ex-executivos da refinaria do Citgo - uma subsidiária americana da estatal venezuelana PDVSA - e os mantiveram na sede da agência em Caracas.

Os detidos são Tomeu Vadell, Alirio e José Luis Zambrano, José Ángel Pereira, Jorge Toledo e Gustavo Cárdenas, todos ex-executivos da empresa, acusados de peculato fraudulento, lavagem de dinheiro e associação para cometer crimes, entre outros crimes.

O diretor do fórum criminal dos direitos humanos, Gonzalo Himiob, garantiu à AFP que os acusados foram levados a Sebin.

As autoridades venezuelanas não se pronunciaram a esse respeito.

Michael Kozak, principal diplomata americano para América Latina, considerou como "injusta a detenção" dos executivos.

O retorno à prisão dos ex-diretores ocorreu no mesmo dia em que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu na Casa Branca o líder opositor venezuelano Juan Guaidó, a quem ele havia convidado um dia antes para seu discurso sobre o Estado da União no Congresso.

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