Navigation

Facebook estende serviço de mensagens para crianças em 70 países

Facebook estende a 70 países o serviço de mensagens para crianças menores de 13 anos afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 22. abril 2020 - 20:50
(AFP)

O Facebook lançou nesta quarta-feira (22) seu serviço de mensagens instantâneas para crianças, o Messenger Kids, em 70 novos países, com o objetivo de ajudar a fortalecer o aprendizado e o compartilhamento com os amigos durante o confinamento.

A empresa também quer adicionar um modo supervisionado, no qual os pais possam aprovar novos contatos escolhidos por crianças com menos de 13 anos.

"Entre escolas fechadas e distanciamento social, os pais se voltaram mais do que nunca para tecnologias para ajudar seus filhos", disse Antigone Davis, diretora de segurança do Facebook, em comunicado.

O Messenger Kids foi lançado em 2017 nos Estados Unidos e mais tarde estendido para o Canadá e vários países, com o objetivo de permitir que as crianças usem o Facebook.

A expansão está ocorrendo em diferentes partes do mundo, como Afeganistão, Costa Rica e Indonésia, entre outros. Nenhum país europeu está na lista.

"É um aplicativo de mensagens e videochamadas que permite que as crianças conversem com amigos e familiares em um ambiente divertido e controlado pelos pais", acrescentou Davis.

Agora, os usuários poderão conversar em grupos e adicionar amigos. Antes, cabia aos pais dar o primeiro passo.

"Os adultos nos disseram que queriam dar mais independência aos filhos no gerenciamento de seus contatos, mantendo o controle", afirmou a executiva.

Nas Américas, os pais também podem permitir que seus filhos exibam seu nome e foto de perfil em público, para encontrar mais amigos em potencial.

Alguns defensores da privacidade acreditam que o aplicativo pode prejudicar as crianças, incentivando-as a passar mais tempo online em plataformas que possam armazenar dados sobre elas.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.