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Familiares de opositores presos pedem visita de Bachelet à Venezuela

Ativista participa de protesto contra prisão de políticos opositores e para pedir a visita da Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, em Caracas, em 16 de outubro de 2018 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 16. outubro 2018 - 22:33
(AFP)

Um grupo de opositores presos na Venezuela e parentes de outros que ainda estão detidos protestaram na terça-feira, deitados no chão, fingindo estar mortos, para exigir uma visita ao país do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos.

"A Alta Comissária, Michelle Bachelet, tem que vir à Venezuela porque do Conselho de Segurança foi declarado que é urgente que ela o faça ... A ditadura de Nicolás Maduro viola os direitos humanos", disse Lilian Tintori, esposa do líder da oposição Leopoldo López, que cumpre pena de quase 14 anos de prisão.

Os oponentes, incluindo o ex-prefeito da cidade de San Cristóbal (oeste) Daniel Ceballos, deitaram em frente à sede do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em Caracas.

Segundo o Procurador Geral, Tarek William Saab, o vereador se matou atirando-se do décimo andar do edifício onde estava detido, mas a oposição alega que ele morreu torturado durante um interrogatório e que seu corpo foi jogado sem vida do prédio para apagar provas de sua morte.

Albán foi preso por sua suposta participação na explosão de dois drones perto do palco onde o presidente Nicolás Maduro fez um discurso em 4 de agosto durante um ato militar.

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