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França não fechará a porta do 5G para a chinesa Huawei

O ministro Bruno Le Maire deixa o palácio presidencial do Elysium após a reunião semanal do governo francês afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 13. fevereiro 2020 - 12:36
(AFP)

A França afirmou nesta quinta-feira que a empresa chinesa de telecomunicações Huawei não será excluída do mercado 5G na França, mas pode sofrer "restrições" para proteger os "interesses soberanos" franceses.

"Huawei não será excluída do 5G na França", afirmou o ministro da Economia e Finanças, Bruno Le Maire, ao canal BFM TV, mas acrescentou que "o Estado francês tomará precauções para proteger seus interesses soberanos", especialmente perto das instalações nucleares e militares.

"É perfeitamente compreensível que em um momento ou outro demos prioridade a uma operadora europeia, como Nokia ou Ericsson, mas se a Huawei apresentar uma oferta melhor do ponto de vista técnico, do ponto de vista dos preços, poderá ter acesso ao 5G na França", disse o ministro.

O governo dos Estados Unidos pressiona seus aliados para que excluam a empresa chinesa do desenvolvimento do 5G, acusando a Huawei de espionar para Pequim.

A Huawei, número dois no mercado de smartphones, lidera o desenvolvimento da internet móvel ultrarrápida, à frente de rivais como a sueca Ericsson, a finlandesa Nokia e a sul-coreana Samsung.

O 5G, uma nova etapa da comunicação móvel, permitirá conectar tudo o que atualmente não está conectado, principalmente objetos, em indústrias, cidades ou no âmbito da saúde.

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