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G7 ameaça Rússia com sanções mais duras por apoio no leste da Ucrânia

Para 59% dos entrevistados, as sanções afetam apenas a elite política russa, responsável pela tomada de decisões, como o presidente Vladirmir Putin. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 30. julho 2014 - 13:44
(AFP)

Os líderes das economias mais desenvolvidas do mundo que integram o G7 condenaram nesta quarta-feira a Rússia por desestabilizar a Ucrânia e advertiram que Moscou pode sofrer sanções mais duras do que as já impostas, caso não mude de atitude.

"A Rússia ainda tem a oportunidade de escolher o caminho para reverter a escalada (na Ucrânia), o que levaria à suspensão das sanções", disseram as potências do G7 em uma declaração conjunta divulgada pela Casa Branca.

"Mas se não mudar, estamos prontos para intensificar os custos de sua atitude adversa", completaram.

O G7 -Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Itália e Japão- emitiu uma declaração um dia depois de Washington e a União Europeia terem anunciado novas sanções contra Moscou.

"Novamente condenamos a anexação ilegal da Crimeia por parte da Rússia e as ações para desestabilizar o leste da Ucrânia. Essas ações são inaceitáveis e violam a lei internacional", afirma o grupo.

"Condenamos a trágica derrubada do voo 17 da Malaysia Airlines e a morte de 298 civis inocentes. Exigimos uma investigação internacional imediata, profunda, ilimitada e transparente".

As potências do G7 afirmam que Moscou deve usar sua influência sobre os separatistas pró-Rússia do leste da Ucrânia para que permitam aos investigadores da tragédia e aos observadores da OSCE atuar em segurança.

Elas também exortam a Rússia a apoiar o plano de cessar-fogo apresentado pelo presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko, assim como os esforços por uma solução política para o conflito.

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