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Genro de rica herdeira de Mônaco admite envolvimento em assassinato

Wojciech Janowski deixa uma delegacia de Nice, no sudeste da França. A promotoria observou movimentos financeiros suspeitos em suas contas bancárias. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 27. junho 2014 - 13:18
(AFP)

O genro de uma das mulheres mais ricas de Mônaco, Hélène Pastor, cônsul da Polônia no principado, admitiu seu envolvimento no homicídio de sua sogra em 6 de maio no sul da França por assassinos de aluguel.

Segundo o promotor de Marselha, Wojciech Janowski, de 64 anos, confessou o envolvimento durante sua prisão preventiva. A promotoria não divulgou mais detalhes.

A promotoria observou movimentos financeiros suspeitos nas contas bancárias de Janowski, empresário polonês, diretor da firma Firmus SAM, especializada em nanotecnologia, e que ocupava o cargo de cônsul honorário de seu país em Mônaco desde 2007. Ele foi deposto do cargo em função do escândalo.

A filha de Hélène Pastor, Sylvia, foi colocada em liberdade sem acusações, depois de ser detida, na segunda-feira, junto a outras 22 pessoas.

Helene Pastor, 77 anos, recebeu dois tiros quando estava em seu automóvel. O autor do ataque conseguiu fugir com um cúmplice.

O motorista de Helene Pastor, Mohamed Darwich, 64 anos, foi gravemente ferido no ataque e faleceu em 10 de maio.

Helene Pastor era uma das herdeiras de uma dinastia monegasca, fundada por seu avô italiano Jean-Baptiste e desenvolvida por seu pai Gildo.

A família construiu sua fortuna no mercado imobiliário do principado.

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