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Grupo de Lima critica obstáculos de Maduro ao diálogo na Venezuela

O presidente da Colômbia, Iván Duque, discursa na conferência da ONU sobre o clima, em Nova York afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 23. setembro 2019 - 22:56
(AFP)

Os países do Grupo de Lima criticaram nesta segunda-feira (23) a decisão do governo de Nicolás Maduro de bloquear o diálogo com a oposição para buscar uma saída para a crise na Venezuela através de eleições livres.

Em um comunicado emitido após reunião na ONU, os chanceleres desses países expressaram disposição para adotar novas sanções "ou outras medidas econômicas e políticas", mas excluíram o uso da força para restabelecer a ordem democrática na Venezuela.

Em meados de setembro, o líder da oposição Juan Guaidó declarou "esgotado" o recurso do diálogo mantido entre seu grupo e o governo venezuelano em Barbados sob a mediação da Noruega.

Após esse anúncio, Maduro divulgou o início de negociações com um setor minoritário da oposição, com o qual o governante firmou um acordo inicial.

O "comissário das Relações Exteriores" de Guaidó, Julio Borges, que participou da reunião de Nova York, destacou que há uma "rejeição completa" ao diálogo iniciado por Maduro com um setor minoritário da oposição após o fracasso das negociações em Barbados.

O Grupo de Lima, que inclui uma dúzia de países latino-americanos e o Canadá para procurar uma saída para a crise venezuelana, também abordou a questão do suposto apoio do governo Maduro a "organizações terroristas e grupos armados ilegais".

A Colômbia denunciou a presença de grupos armados colombianos na Venezuela e, na Assembleia Geral da ONU, o presidente Iván Duque solicitará "a ativação da resolução 1373", que pede aos Estados o combate do financiamento de atos "terroristas".

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