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Grupo de Lima fará pressão se Guaidó for detido na Venezuela

Néstor Popolizio fala durante coletiva após reunião do Grupo de Lima afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 01. março 2019 - 10:07
(AFP)

O chanceler peruano Néstor Popolizio afirmou nesta sexta-feira que espera que o opositor Juan Guaidó volte em breve à Venezuela, alertando que se o autoprogramado presidente venezuelano for detido, o Grupo de Limpa pressionará pela libertação do presidente interino reconhecido por mais de 50 países.

"Creio que Guaidó vai voltar à Venezuela em breve, voltará e o que temos de fazer, todos os países, é continuar pressionando para que chegue ao fim a llegue a su fin la ditadura de Nicolás Maduro, indicou Popolizio em um evento em Madri.

No entanto, existe o temor de que Guaidó seja detido ao voltar, já que a justiça ligada a Maduro o proibiu de sair da Venezuela.

Indagado sobre o que o Grupo de Lima fará nesse caso, Popolizio afirmou que "isso será condenado, rejeitado e será feita pressão para que o libertem".

Ele recordou ainda que a reação imediata do Grupo de Lima e da comunidade internacional contribuiu para que Guaidó fosse libertado em janeiro, depois de uma breve detenção pelo serviço de inteligência.

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