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Grupo de Lima não reconhecerá governo venezuelano com Maduro no poder

O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, fala a correspondentes estrangeiros em coletiva no Palácio de Miraflores, em Caracas, 12 de dezembro de 2018 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 04. janeiro 2019 - 18:34
(AFP)

O grupo de Lima anunciou nesta sexta-feira (4), na capital peruana, que não reconhecerá o governo venezuelano se o presidente Nicolás Maduro assumir um novo mandato em 10 de janeiro, por considerar que se trata do resultado de eleições ilegítimas.

"Esta declaração tem uma mensagem política contundente: a principal mensagem é, sem dúvida, o não reconhecimento da legitimidade do novo período do regime venezuelano", afirmou o chanceler peruano, Néstor Popolizio, ao ler principais aspectos da declaração do Grupo, que se reuniu com a inédita participação dos Estados Unidos para definir ações contra o governo de Maduro.

Ainda segundo a declaração, o Grupo pediu que Maduro não assuma o mandato e transfira o poder para a Assembleia Nacional até a realização de eleições livres.

"Urge-se a Nicolás Maduro que não assuma a Presidência, que respeite as atribuições da Assembleia e transfira provisoriamente o poder até que se realizem eleições livres", disse o chanceler.

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