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Guatemala decreta estado de sítio após assassinato de militares

(Arquivo) O presidente da Guatemala, Jimmy Morales afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 04. setembro 2019 - 22:27
(AFP)

O presidente da Guatemala, Jimmy Morales, decretou nesta quarta-feira estado de sítio em várias localidades do país, após uma emboscada de supostos narcotraficantes que deixou três militares mortos, dois desaparecidos e três feridos.

Em reunião do gabinete, Morales decretou a medida, que restringe vários direitos constitucionais em 20 municípios do nordeste do país, segundo mensagem divulgada pela TV estatal.

A emboscada ocorreu na terça-feira, no povoado caribenho de El Estor, a nordeste da capital, quando um grupo de militares investigava o pouso de uma aeronave em uma pista clandestina, revelou o porta-voz do Exército Óscar Pérez.

O oficial precisou que três militares foram assassinados, dois estão desaparecidos, três ficaram feridos e um escapou ileso.

Morales denunciou que os narcotraficantes protegem as pistas clandestinas com a colaboração de defensores dos direitos humanos e "pseudo camponeses" para trazer drogas para a Guatemala.

"O Estado da Guatemala repudia os fatos praticados por pessoas que se protegem sob a bandeira da pseudo-defesa dos direitos humanos".

O presidente insistiu na necessidade de se entregar aeronaves ao Exército para a proteção do espaço aéreo, após a frustrada compra, em junho, de dois aviões de reconhecimento de fabricação Argentina, por 28 milhões de dólares.

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