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Guatemala estaria disposta a receber militares dos EUA para conter migração

Migrantes hondurenhos deixam o Centro Metropolitano de San Pedro Sula, 300 km ao norte de Tegucigalpa, rumo Pa fronteira com a Guatemala, em 10 de abril de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 01. junho 2019 - 20:08
(AFP)

O presidente da Guatemala, Jimmy Morales, está disposto a receber um destacamento de militares dos Estados Unidos em sua fronteira com o México para conter uma forte onda migratória, afirmou o congressista americano Vicente González em carta publicada neste sábado (1) pela imprensa local.

González, representante democrata pelo estado do Texas (sul), fez esta afirmação em uma carta enviada em abril ao presidente Donald Trump, detalhou o jornal Prensa Libre em sua página na Internet.

"O presidente Jimmy Morales indicou que daria as boas-vindas à introdução de tropas dos Estados Unidos na fronteira norte da Guatemala. Migrantes do Triângulo Norte (Guatemala, Honduras e El Salvador) primeiro devem atravessar a fronteira Guatemala-México em sua travessia para o norte" do continente, indicou o congressista na carta, acrescentou a imprensa.

Até o momento, a chancelaria guatemalteca não respondeu à afirmação de González.

"Continuo sem informação" sobre o tema, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Marta Larra, ao ser questionada por jornalistas sobre a suposta oferta de Morales, um ex-comediante de televisão.

Desde outubro passado, milhares de migrantes centro-americanos, principalmente hondurenhos, formam caravanas multitudinárias rumo aos Estados Unidos fugindo da pobreza e da violência.

As caravanas provocaram crises humanitárias, sobretudo em cidades fronteiriças de Guatemala e México.

Na segunda-feira, Morales e o secretário Interino de Segurança Nacional americano, Kevin McAleenan, assinaram na capital guatemalteca um convênio para combater o tráfico de drogas e de migrantes.

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