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Hong Kong lança campanha de detecção em massa de coronavírus

(28 agosto) Van chega a complexo esportivo de Hong Kong transformado em centro de detecção do novo coronavírus afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 01. setembro 2020 - 01:56
(AFP)

Hong Kong lançou nesta terça-feira uma campanha de detecção do novo coronavírus gratuita e voluntária, na qual meio milhão de residentes já se cadastraram, apesar da desconfiança gerada pela participação de médicos e empresas da China continental.

Desde a abertura das inscrições, no último sábado, mais de 510 mil pessoas se registraram, o que representa 7% dos 7,5 milhões de habitantes de Hong Kong.

Mais da metade dos 141 locais de testes distribuídos pelo território, principalmente em escolas e centros esportivos, estão com a agenda completa para esta terça-feira, primeiro dia da ação. Mas alguns residentes desconfiam do governo local e de Pequim e temem o uso dos dados colhidos.

O magnata dos meios de comunicação Jimmy Lai, preso recentemente devido à polêmica lei de segurança nacional, tuitou que não ir fazer o teste é um ato de "resistência passiva".

Em Hong Kong, território densamente povoado, a população adota medidas de distanciamento social desde o começo da pandemia, mas, desde julho, é registrado um forte aumento do número de infectados, relacionado, principalmente, a profissões isentas das medidas de quarentena.

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