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Junta autoriza ex-primeira-ministra a sair da Tailândia

Fotografias dos ex-primeiros-ministros tailandeses Yingluck (e) e Thaksin Shinawatra (d) vistas durante protesto em Bangcoc no dia 4 de fevereiro de 2014 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 17. julho 2014 - 12:06
(AFP)

A junta tailandesa anunciou nesta quinta-feira ter autorizado a ex-primeira-ministra Yingluck Shinawatra a abandonar o país pela primeira vez desde o golpe de Estado de 22 de maio.

Yingluck viajará provavelmente a Paris na próxima semana por ocasião do 65º aniversário de seu irmão, Thaksin Shinawatra, ex-primeiro-ministro exilado desde o golpe de Estado anterior, em 2006.

O Conselho Nacional pela Paz e a Ordem (NCPO, nome da junta) aprovou na quarta-feira o pedido de saída do território de Yingluck "porque desde o golpe de Estado nunca se opôs ao trabalho do NCPO", declarou à AFP o porta-voz da junta, Winthai Suvaree.

"Permaneceu em segundo plano", acrescentou.

Segundo uma fonte militar, a ex-primeira-ministra deverá informar as autoridades tailandesas onde se encontra nas embaixadas da Tailândia nos países que visitar.

Yingluck, que chegou ao poder graças a sua vitória nas eleições legislativas de 2011, foi expulsa do cargo pela justiça em maio, pouco antes do golpe que colocou fim a sete meses de violentas manifestações contra o governo.

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