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Justiça belga proíbe bordel de utilizar as iniciais de Strauss-Kahn

Foto de 30 de abril de 2014 mostra Dominique Alderweireld, conhecido como "Dodo la Saumure", que batizou seu novo bordel na Bélgica de "DSKlub", na cidade de Blaton afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 30. junho 2014 - 18:09
(AFP)

A justiça belga proibiu nesta segunda-feira que as iniciais do ex-diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, sejam utilizadas para batizar um clube de prostituição perto da fronteira francesa.

O tribunal de Tournai (oeste) deu razão a Strauss-Khan, que acionou a justiça em 30 de abril para impedir o uso de suas iniciais por Dominique Alderweireld, conhecido como "Dodo la Saumure", que batizou seu novo bordel na Bélgica de "DSKlub".

A juíza Marie-France Jouret proibiu "Dodo" de utilizar as iniciais para designar seu estabelecimento inaugurado em abril em Blaton, uma localidade da comuna fronteiriça de Bernissart, "assim como toda menção ou toda referência direta ou indireta ao nome, ou ao acrônimo, à imagem, e de maneira geral à pessoa do requerente, tais como DSK ou DSKlub".

Julgado por um tribunal ao lado de outras 13 pessoas, entre elas Strauss-Kahn, no caso de proxenetismo do hotel Carlton de Lille (norte da França), "Dodo la Salmuera", francês de 64 anos, sempre negou ter fornecido prostitutas ao ex-diretor do FMI.

Já DSK foi preso em 14 de maio de 2011 e acusado de agressão sexual em Nova York, quando ele era o favorito à eleição presidencial de 2012 na França, vencida pelo socialista François Hollande. O processo penal foi arquivado em 23 agosto de 2011 devido as dúvidas sobre a credibilidade da suposta vítima de DSK, uma empregada doméstica do hotel em que estava hospedado.

O processo civil nos Estados Unidos terminou um ano e meio depois, em 10 de dezembro de 2012, com a assinatura de um acordo financeiro secreto.

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