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Keiko Fujimori classifica sua prisão de injusta e arbitrária

(31 out) Keiko Fujimori e o marido, Mark Vito, após o anúncio da sentença em Lima afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 03. novembro 2018 - 21:13
(AFP)

Em carta escrita na prisão, a líder opositora peruana Keiko Fujimori classificou neste sábado de injusta e arbitrária a prisão preventiva por 36 meses que cumpre desde a última quinta-feira em Lima por decisão judicial, após ser acusada de corrupção.

"Na quarta-feira, 31 de outubro, sem haver terminado a audiência de prisão preventiva, o juiz, de forma irregular, decidiu antecipar sua decisão sobre mim", diz a carta, publicada na conta de Keiko no Twitter.

"Assim, de forma arbitrária, sem sequer manter as aparências de um processo justo, decide me punir com 36 meses de prisão preventiva", expressou.

A líder do partido opositor Força Popular considerou que está sendo perseguida pela Justiça. "Não és culpado por eu ter decidido entrar na política", respondeu a seu pai, Alberto Fujimori, que, ontem, pediu-lhe perdão no Twitter por tê-la envolvido com a política.

"Mantenho a fé em que um processo justo será respeitado e a presunção da inocência", assinala na carta.

Keiko, 43, está reclusa desde quinta-feira na prisão feminina de Chorrillos, acusada de receber financiamento ilegal da construtora brasileira Odebrecht em sua campanha de 2011. Ontem, recebeu a visita de sua mãe, Susana Higuchi, sua irmã Sachi e sua filha mais velha.

A prisão por 36 meses ameaça o desejo da dirigente de se candidatar à presidência pela terceira vez em 2021.

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