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Kerry chega à Arábia Saudita para abordar conflito sírio e iraquiano

Jonk Kerry com o rei saudita Abdullah bin Abdulaziz al-Saud, em Jidá. O rei Abdullah pede há tempos mais apoio militar americano aos rebeldes sírios, apoiados pelo reino sunita. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 27. junho 2014 - 14:21
(AFP)

O secretário de Estado americano John Kerry chegou nesta sexta-feira a Jidá, na Arábia Saudita, para abordar a crise no Iraque e na Síria e a ameaça jihadista na região.

Em sua breve visita, Kerry se reunirá com o rei saudita Abdullah e com o chefe da coalizão nacional síria, Ahmad al Jarba.

O governo americano está preocupado com a progressão dos rebeldes islamitas no Iraque por considerar que estes podem desestabilizar toda a região com suas ramificações na Síria e em outros países.

O rei Abdullah pede há tempos mais apoio militar americano aos rebeldes sírios, apoiados pelo reino sunita.

Na véspera, o presidente Barack Obama pediu ao Congresso dos Estados Unidos que autorize uma partida orçamentária de US$ 500 milhões para "treinar e equipar" a oposição moderada armada na Síria.

Oficialmente, o apoio americano aos rebeldes sírios se limitava até agora a uma "ajuda não letal" no valor de 287 milhões de dólares, embora a CIA esteja presente na Jordânia em um projeto de formação militar de rebeldes moderados.

Os 500 milhões de dólares solicitados por Barack Obama fazem parte de um orçamento de 1,5 bilhão de dólares para ajudar a oposição síria e os vizinhos Jordânia, Líbano, Turquia e Iraque, que sofrem as repercussões do conflito.

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