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Líder opositora peruana Keiko Fujimori deixa prisão após três meses

(Arquivo) Keiko Fujimori em sua saída da prisão em 4 de maio de 2020 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 04. maio 2020 - 21:15
(AFP)

A líder opositora peruana Keiko Fujimori foi libertada nesta segunda-feira (4) após três meses presa por causa do escândalo envolvendo a construtora Odebrecht após recurso no tribunal de apelações, observou um fotógrafo da AFP.

A primogênita do ex-presidente condenado Alberto Fujimori(1990-2000) saiu de máscara e luvas da prisão feminina de Chorrillos, no sul de Lima.

Vestida com um casaco cinza, ela pediu um táxi e seguiu para casa, quatro dias depois do recurso de liberdade concedido pelo tribunal mediante fiança.

Antes da sua saída, Keiko, de 44 anos, anunciou no Twitter que ao chegar em sua casa no leste de Lima faria um teste para coronavírus antes de encontrar com suas filhas.

"A primeira coisa que vou fazer depois de sair e chegar na minha casa é fazer um teste com o objetivo de não colocar em risco a minha família. Decidimos que enquanto não tivermos o resultado, não poderei me reunir com minhas filhas", escreveu.

Canais de televisão mostraram que fora de sua casa, um funcionário de um laboratório privado a esperava para que pudesse fazer o teste.

Um tribunal de apelações concedeu a sua liberdade sob fiança de US$ 20.000 dólares, mas a proibiu de conviver com seu marido, o americano Mark Vito Villanella, pelo fato de que os dois estão sendo investigados.

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