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Médico e voluntária americanos são infectados por Ebola na Libéria

Material usado por médicos no tratamento da Ebola, em hospital em Monróvia, capital da Libéria, em 24 de julho de 2014. afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 27. julho 2014 - 17:38
(AFP)

Um médico e uma voluntária americanos que colaboram na luta contra a epidemia de febre hemorrágica produzida pelo vírus Ebola em vários países da África ocidental foram infectados na Libéria, anunciou a organização humanitária para a qual trabalham.

A Samaritan's Purse (SP), uma associação beneficente cristã, informou em seu site no sábado que o médico Kent Brantly foi colocado em quarentena no hospital ELWA de Monróvia, capital da Libéria.

"Estamos otimistas sobre sua recuperação, mas ainda não está certamente fora de perigo", declarou à AFP neste domingo a porta-voz de SP, Melissa Strickland.

Segundo ela, seus sintomas incluem febre e dores musculares.

O doutor Brantly é casado e pai de dois filhos, de acordo com um comunicado da ONG publicado na internet.

A voluntária infectada é Nancy Writebol, que trabalha para a organização cristã SIM na gestão do hospital, e se encontra em estado estável, informou a Samaritan's Purse.

Casada e com dois filhos, Writebol é responsável pela higiene e desinfecção da roupa de proteção do pessoal que entra em contato com os pacientes no isolamento.

"Ambos recebem cuidados intensivos, mas trata-se de uma situação de risco", disse Strickland à AFP, destacando que uma administração rápida do tratamento é crucial para vencer esta doença que mata 90% dos pacientes.

O vírus do Ebola continua se agravando, com a morte de 28 pessoas entre 18 e 20 de julho em três países do oeste da África, o que eleva o total de vítimas a 660 mortos, indicou a Organização Mundial de Saúde (OMS).

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