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Madri recomenda ficar em casa nas regiões mais afetadas pelo vírus

Um profissional de saúde usa um cotonete para coletar uma amostra de um homem em um centro de testes de coronavírus em Azpeitia, Espanha, em 15 de agosto de 2020 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 21. agosto 2020 - 18:15
(AFP)

As autoridades da região de Madri recomendaram nesta sexta-feira (21) que a população permaneça em casa nas regiões mais atingidas pelo coronavírus, após o balanço total de casos diagnosticados na Espanha subir em mais de 8 mil nas últimas 24 horas.

De acordo com o relatório diário do Ministério da Saúde, o país soma até essa data cerca de 386.054 casos diagnosticados, 8.100 a mais que o registro do dia anterior.

O aumento é superior ao de quinta-feira, quando a alta do número total de casos desde a véspera havia sido de 7 mil.

Os mortos confirmados até essa data chegam a 28.838, 25 a mais que na quinta-feira.

A região de Madri é a mais atingida, e na quinta-feira foi a que teve mais casos diagnosticados, 1.199 segundo a pasta da Saúde. Atualmente, são 26 focos ativos na região.

Diante deste panorama, o vice-conselheiro de Saúde Pública do governo regional madrilenho, Antonio Zapatero, declarou à imprensa que convém "tentar manter-se em casa nas regiões em que há mais incidência de casos", referindo-se a alguns bairros do sul de Madri e nas proximidades da capital espanhola como Leganés, Fuenlabrada ou Móstoles.

"Devemos tentar evitar viagens desnecessárias", completou, acrescentando também que devem ser evitadas "reuniões desnecessárias" e garantir que, dentro de casa, não ultrapassem dez pessoas.

"O vírus se move porque nós nos movemos", alertou um funcionário, enfatizando que a situação atual de Madri é preocupante.

"Não vale a pena, eu acho, tomar medidas de confinamento por zonas".

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