Navigation

Maduro acusa a diplomata dos EUA por plano golpista na Venezuela

O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, e sua esposa Cilia Flores, levantando os punhos durante uma cerimônia de juramento a novos membros da Milícia Nacional Bolivariana em La Guaira, Venezuela afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 15. dezembro 2019 - 23:19
(AFP)

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou o diplomata americano James Story neste domingo de participar de um plano fracassado de atacar quartéis militares que, segundo o governo socialista, foi preparado por dois deputados da oposição.

Maduro disse que Story telefonou para o vice-ministro das Relações Exteriores da América do Norte, Carlos Ron, quando agentes da contra-inteligência militar foram à casa da deputada Yanet Fermín na noite de sexta-feira, acusada da suposta conspiração com seu colega Fernando Orozco. A parlamentar não foi presa.

"Para você ver até que ponto o desespero em que caem os funcionários gringos leva a cometer erros. Eles estavam desesperados porque perceberam que tínhamos desmembrado e desmontado a conspiração que eles tinham", disse o presidente socialista.

Story, ex-encarregado de negócios da embaixada americana fechada em Caracas, dirige o Escritório de Assuntos Venezuelanos criado em agosto passado na embaixada americana em Bogotá.

O ministro da Comunicação e Informação, Jorge Rodríguez, denunciou no sábado que Orozco e Fermín forjaram a tentativa de golpe. O objetivo, ele, seria atacar dois quartéis no estado de Sucre (leste) para causar "levantes militares".

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.