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Maduro e Guaidó medem forças antes das delebrações do 1º de maio

Este conteúdo foi publicado em 27. abril 2019 - 15:57
(AFP)

O governo e a oposição da Venezuela se mobilizam neste sábado num confronto prévio às manifestações convocadas para o dia 1º de maio (próxima quarta-feira), que para o líder opositor Juan Guaidó serão determinantes para tirar do poder o presidente Nicolás Maduro.

Maduró convocou seus simpatizantes para celebrar a saída do país da Organização de Estados Americanos (OEA), processo iniciado em 2017 e que será concluído neste sábado. O presidente acusa a OEA de ser parte de uma campanha de Washington para "intervir" no país.

Já Guaidó, autoproclamado presidente interino e reconhecido no cargo por cerca de 50 países (incluindo os EUA), vai participar de atos com grupos de cidadãos que ajudam a organizar suas manifestações para obrigar Maduro a abandonar o cargo.

Desde o início da manhã, manifestantes chegaram a Caracas com muitos cartazes com palavras de ordem contra o governo.

"Convocamos todo o povo para no próximo 1º de maio participar da maior passeata da história do país, que vai exigir o fim definitivo da usurpação", escreveu Guaidó no Twitter.

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