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Mais da metade da população inglesa vive sob restrições por covid-19

Boris Johnson diante da residência oficial do número 10 de Downing Street afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 17. outubro 2020 - 15:39
(AFP)

Mais da metade da população da Inglaterra, cerca de 28 milhões de habitantes, vive desde esse sábado (17) novas restrições para impedir a disseminação do novo coronavírus.

Reuniões entre familiares e amigos de casa diferentes estão proibidas em Londres e em outras partes da Inglaterra, onde vivem 11 milhões de pessoas.

A capital britânica e essas zonas juntam-se a outras regiões que já estavam sujeitas a este tipo de restrições depois de serem classificadas pelas autoridades com um "alto nível de circulação de vírus", de acordo com uma segunda etapa do sistema de alerta que tem três níveis.

Na região de Lancashire, a segunda depois de Liverpool a ser classificada com o nível de alerta "muito alto", os bares que não servem comida estão fechados desde sábado e as reuniões privadas estão severamente restritas.

Pessoas de diferentes famílias só podem se encontrar em parques ou nas praias.

Em toda a Inglaterra, encontros de mais de seis pessoas já foram proibidos e os bares e restaurantes devem fechar às 22h.

O Reino Unido, o país mais afetado pela covid-19 na Europa - com mais de 43.400 óbitos - sofre uma segunda onda da pandemia, com um total de quase 690.000 casos positivos.

Privilegiando uma estratégia local, Boris Johnson por enquanto não considera um novo confinamento geral por suas desastrosas consequências econômicas, embora a medida seja recomendada por seus assessores científicos e exigida pela oposição trabalhista.

Na Irlanda do Norte (com 1,9 milhão de habitantes), os bares e restaurantes fecharam por um mês na última sexta-feira, enquanto as férias escolares foram prorrogadas para duas semanas.

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