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Mais de 1.000 militares contraíram coronavírus na Bolívia

Policiais militares descansam após um dia de monitoramento da quarentena devido à COVID-19, em Cochabamba, Bolívia afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 27. julho 2020 - 18:37
(AFP)

Mais de 1.000 militares bolivianos, mobilizados para monitorar o cumprimento da quarentena devido à COVID-19, contraíram a doença, 16 deles morreram, informou o Ministério da Defesa nesta segunda-feira (27).

O número de militares infectados subiu de 684 para 1007 em dez dias, em coincidência com um aumento de casos no país.

A Bolívia registra 69.429 casos e 2.583 mortes, em uma população de 11 milhões de habitantes, desde que a pandemia chegou em março, de acordo com o relatório epidemiológico oficial.

Dos 1.007 miitares contagiados, 839 são oficiais e suboficiais, enquanto outros 168 são soldados recrutados.

Os militares recuperados são 470, entre eles o comandante geral das Forças Armadas, Sergio Orellana, que se recuperou em junho de um quadro assintomático do coronavírus.

A maior quantidade de militares infectados, em sua maioria do exército e da marinha, está em La Paz (477) e Cochabamba (232), segundo o relatório, que acrescenta que 16 militares morreram por causa da pandemia.

Os militares foram mobilizados, junto aos policiais, para controlar o cumprimento das medidas de saúde e participam de limpezas sanitárias em diversos lugares do país.

No final de junho, 527 policiais bolivianos haviam contraído o coronavírus, com 27 mortos.

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