Navigation

Mais de 100 Damas de Branco são detidas em passeata em Cuba

As ativistas foram detidas por dezenas de policiais uniformizados e à paisana, em meio a uma contramanifestação de partidários do governo afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 13. julho 2014 - 19:47
(AFP)

Pelo menos 100 ativistas do movimento cubano Damas de Branco foram detidas neste domingo em uma passeata, depois de assistirem a uma missa na paróquia de Santa Rita, em Havana.

Santa Rita fica no setor diplomático de Miramar, na capital cubana.

As ativistas foram detidas por dezenas de policiais uniformizados e à paisana, em meio a uma contramanifestação de partidários do governo.

Agentes colocaram as manifestantes em três ônibus, a duas quadras do igreja, para serem levadas para delegacias próximas. Enquanto isso, mais de 100 simpatizantes do governo gritavam "Viva Fidel, Viva Raúl", observou um jornalista da AFP.

As ativistas não ofereceram resistência e subiram nos ônibus aos gritos de "liberdade, liberdade".

Criado em 2003 por familiares de presos políticos (já libertados), o Damas de Branco é o grupo de maior visibilidade da oposição cubana e o único que tem autorização, desde 2010, para fazer passeatas nas ruas aos domingos. O movimento ganhou o Prêmio Sakharov do Parlamento Europeu, em 2005.

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.