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Mais de 40 mortes relacionadas à epidemia de ebola na RDC

Diretor-geral da OMS Tedros Adhanom Ghebreyesus lava as mãos durante visita a um centro de tratamento de ebola em Itipo, República Democrática do Congo afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 14. agosto 2018 - 12:35
(AFP)

Quarenta e uma mortes relacionadas à nova epidemia de febre hemorrágica do ebola foram registradas no noroeste da República Democrática do Congo (RDC), informou nesta terça-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Pela primeira vez desde o anúncio da epidemia em 1o. de agosto, foi registrada uma morte fora da província de Kivu do Norte, na província vizinha de Ituri, segundo a fonte.

"É a primeira vez que a doença afeta uma zona muito povoada e em situação de conflito intenso", afirmou a OMS em um comunicado.

"A OMS pede um acesso livre e seguro para que todos os atores envolvidos na resposta a esta epidemia possam atender as populações afetadas", afirmou seu diretor-geral, dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, ao final de uma visita ao país.

As autoridades congolenses, por sua vez, informaram que equipes médicas em Beni e Mangina, epicentro da epidemia, começaram a usar a molécula terapêutica Mab114 para tratar os doentes.

"É a primeira molécula terapêutica contra o vírus a ser usada em uma epidemia de ebola ativa na RDC", afirmaram as fontes.

Esta é a segunda epidemia do vírus no país desde 1976.

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