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Mais de 50 padres católicos obrigados a largar a batina por abusos sexuais no Reino Unido

Guarda Suíça participa de uma cerimônia no Vaticano afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 24. julho 2014 - 21:04
(AFP)

Cinquenta e dois padres católicos da Inglaterra e do País de Gales foram obrigados a deixar suas funções, depois de terem sido declarados culpados por abusos sexuais, de acordo com uma comissão da Igreja Católica.

Foram apresentadas 487 acusações de agressões sexuais contra integrantes do clero entre 2003 e 2012, segundo a Comissão Nacional Católica da Proteção (NCSC, na sigla em inglês), responsável por "garantir a proteção de menores e de adultos vulneráveis dentro da Igreja".

Os abusos sexuais correspondem a 77% das queixas apresentadas contra membros da Igreja Católica, informou.

"Desde 2002, informamos automaticamente a polícia sobre qualquer acusação, seja sobre acontecimentos passados ou atuais", declarou à AFP Danny Sullivan, presidente da comissão.

Sullivan reconhece, no entanto, que muitos casos podem não ter sido registrados devido ao receio das vítimas em denunciar os abusos.

A punição aos religiosos faz parte de uma nova linha contra este tipo de agressão, adotada desde 2001 pela Igreja Católica.

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