Navigation

Mais de 500 prisões em operação contra tráfico de armas na América Latina

(Arquivo) O secretário-geral da Interpol, Jürgen Stock afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. março 2019 - 14:21
(AFP)

Uma operação em oito países da América Latina contra o tráfico de armas terminou com 560 prisões, uma delas de uma pessoa suspeita de fornecer armamento para a guerrilha colombiana do Exército de Libertação Nacional (ELN), anunciou a Interpol nesta segunda-feira.

Essa operação envolveu policiais, agentes alfandegários, de imigração e militares de Belize, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Honduras, México e Panamá.

Coordenada pela Interpol, a operação batizada de "Gatilho V", que ocorreu de 22 a 28 de fevereiro, levou à apreensão de 857 armas, 40 mil balas, 20 granadas e uniformes policiais ou militares.

Entre as prisões, a agência de cooperação policial sediada em Lyon (França) destaca a de um homem conhecido como "Zeus, o Mono" ("Zeus, o macaco" em espanhol), suspeito de estar na vanguarda do comércio de armas que abastece o ELN.

O homem foi preso quando tentou deixar a Guatemala para ir para Honduras e foi entregue às autoridades colombianas.

Entre as prisões, a agência de cooperação policial sediada em Lyon (França) destaca a de um homem conhecido como "Zeus, el Mono" ("Zeus, o macaco" em espanhol), suspeito de estar na vanguarda do comércio de armas que abastece o ELN.

O secretário geral da Interpol, Jürgen Stock, declarou que a operação constituía "um passo importante para o desmantelamento das redes ilícitas e para a proteção dos cidadãos".

Este artigo foi automaticamente importado do nosso antigo site para o novo. Se há problemas com sua visualização, pedimos desculpas pelo inconveniente. Por favor, relate o problema ao seguinte endereço: community-feedback@swissinfo.ch

Partilhar este artigo

Participe da discussão

Com uma conta SWI, você pode contribuir com comentários em nosso site.

Faça o login ou registre-se aqui.