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Manifestantes vão às ruas na Letônia contra restrições sanitárias

(Arquivo) O premier da Letônia, Krisjanis Karins afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 19. agosto 2021 - 01:12
(AFP)

Mais de 5.000 manifestantes, segundo a polícia, foram às ruas de Riga nesta quarta-feira para protestar contra as medidas impostas contra o novo coronavírus e os planos do governo de obrigar profissionais de vários setores a se vacinar.

“Pela liberdade!” e “Karins, vá!” foram alguns dos lemas entoados pela multidão, que pediu a renúncia do primeiro-ministro, Krisjanis Karins, e que o Parlamento rejeite eventuais restrições mais severas.

O Parlamento letão debate a possibilidade de que patrões possam demitir funcionários que não queiram se vacinar. Os manifestantes, sem máscara (que não é obrigatória em ambientes abertos), reuniram-se em frente à sede da presidência.

Essa foi a maior manifestação realizada na Letônia desde 2009, quando cerca de 7.000 pessoas participaram de protestos contra a situação econômica do país, de 1,9 milhão de habitantes.

A Covid-19 já atingiu mais de 140.000 pessoas e causou 2.566 mortes no país. Mais de 43% da população recebeu pelo menos uma dose de vacina, e mais de 38%, o esquema completo, segundo dados do Escritório Nacional de Estatísticas.

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