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Uma mulher observa uma obra dos artistas George Passmore e Gilbert Prousch, em uma galeria de Londres, em 17 de julho de 2014.

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O mercado mundial de arte mostrou seu vigor no primeiro semestre de 2014, com uma alta de 17%, superando a marca de sete bilhões de dólares, um recorde histórico para o período, anunciou a empresa especializada Artprice.

Para os seis primeiros meses do ano, o resultado dos leilões de obras de arte no mundo totalizou 7,15 bilhões, sem considerar as comissões.

No primeiro semestre de 2013, as vendas alcançaram 6,11 bilhões de dólares, segundo a empresa com sede na França, líder em estatísticas do mercado de arte.

O ano de 2013 já havia sido de recorde para o mercado de arte, com 12,17 bilhões de dólares de vendas, após uma queda em 2012 provocada por uma redução das operações na China.

"O mercado de arte está faminto", afirmou Thierry Ehrmann, presidente da Artprice.com.

"Passamos de 500.000 colecionadores no pós-guerra para quase 70 milhões de consumidores de arte, amadores e colecionadores no mundo inteiro", completou.

Atualmente existem cada vez mais museus e centros de arte, públicos ou privados, especialmente na região Ásia-Pacífico e em menor medida na América do Sul e no Oriente Médio, com forte demanda de novas aquisições, segundo Ehrmann.

AFP