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Moreno descreve Assange como "miserável hacker" e "malcriado"

O presidente do Equador, Lenin Moreno, em entrevista no Palácio Carondelet, em Quito, em 11 de abril de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. abril 2019 - 20:21
(AFP)

O presidente do Equador, Lenín Moreno, descreveu Julian Assange como um "miserável hacker" e um "malcriado" que veio manchar com seus excrementos a embaixada de Quito em Londres, onde foi preso nesta quinta-feira após perder asilo diplomático por decisão do governo.

"Nós tiramos o asilo para este malcriado e vantajosamente nos livramos de uma pedra no sapato", disse Moreno durante um ato na cidade de Latacunga, no sul do Equador.

"De agora em diante, teremos muito cuidado em dar asilo (...) às pessoas que realmente valem a pena, e não a miseráveis hackers, cuja única intenção é desestabilizar os governos", acrescentou.

Moreno justificou nesses termos sua decisão de retirar o asilo concedido a Assange em 2012 e enfatizou que o criador do WikiLeaks "violou todas as regras de uma convivência racional".

"Sua conduta foi desrespeitosa, inclusive (...) esse senhor, com suas fezes, manchava as paredes da embaixada, a casa dos equatorianos, o território equatoriano em Londres", afirmou.

"Ele colocou fezes em nossa casa, atingiu nossos guardas, o povo do Equador, disse que o Equador é (...) um país insignificante no mundo. Isso é o que éramos para ele, e o tínhamos como convidado ".

Além do asilo, Quito retirou de Assange a nacionalidade equatoriana concedida em 2017.

Assange foi preso pela polícia britânica. O Departamento de Justiça dos EUA anunciou que solicitou sua extradição.

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