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Mortes por pandemia na França ultrapassam 5.300

(Reprodução de TV) O premier francês participa de videoconferência em Paris afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 02. abril 2020 - 17:44
(AFP)

As mortes pela pandemia de coronavírus ultrapassaram 5.300 na França, segundo dados oficiais divulgados na noite desta quinta-feira, que levam em conta, pela primeira vez, as mortes em lares para idosos.

Nas últimas 24 horas, 471 pessoas morreram em hospitais, elevando o saldo para 4.503 mortes hospitalares. A estas se soma um primeiro relatório oficial sobre 884 idosos que morreram em asilos desde o começo da epidemia e que ainda não haviam sido contabilizados.

Estes primeiros números em lares de idosos são, no entanto, "muito parciais", portanto preliminares, segundo o diretor-geral de Saúde, Jérôme Salomon. Nos asilos, somente eram testados os primeiros casos detectados, e os demais eram considerados supostos infectados, o que tornava impossível determinar a causa das mortes.

Segundo Salomon, entre os 26.000 hospitalizados na França, 6.399 estão em terapia intensiva, um aumento de 382 em um dia, ritmo que desacelera desde a última segunda-feira. No entanto, este número excede a capacidade inicial, que era de 5.000 leitos na França no começo da crise.

O premier Edouard Phillipe pediu que os franceses continuem respeitando o confinamento, que estima ser a única forma de superar o "pico" da epidemia.

"O vírus não está de férias. O confinamento não significa poder viajar pela França. Caso o façam, irão espalhar o vírus", assinalou Phillipe em entrevista à rede TF1, às vésperas das férias escolares da primavera.

Em 17 de março, antes de a quarentena entrar em vigor no país, muitos parisienses preferiram se confinar em suas casas de campo, decisão que pode ter contribuído para espalhar o vírus.

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