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O primeiro-ministro Netanyahu observou que Israel aceitou três propostas de trégua humanitária da ONU que o Hamas violou.

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O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou nesta segunda-feira que a declaração do Conselho de Segurança da ONU não responde às "exigências de segurança" de Israel, indicou seu gabinete em um comunicado.

"Esta declaração não atende às exigência de segurança de Israel, incluindo a desmilitarização da Faixa de Gaza", afirmou o primeiro-ministro.

Netanyahu, que conversou por telefone com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, lamentou que "a declaração do Conselho de Segurança não menciona os ataques contra a população civil israelense e o fato de o Hamas usar os moradores de Gaza como escudos humanos ou de as instalações da ONU serem usadas ​​para atacar civis israelenses".

O Conselho de Segurança da ONU adotou na madrugada desta segunda uma declaração unânime pedindo um "cessar-fogo humanitário imediato e incondicional" em Gaza.

Os 15 países, reunidos em caráter de emergência em Nova York, expressaram nesta declaração "seu forte apoio (..) a um cessar-fogo imediato e sem condições, que permita fornecer assistência humanitária indispensável e urgente".

O primeiro-ministro também observou que Israel "havia aceitado três propostas de trégua humanitária da ONU e que o Hamas as violou".

"Israel vai continuar a lidar com os túneis terroristas e este é apenas o primeiro passo para a desmilitarização" da Faixa de Gaza, acrescentou o comunicado.

AFP