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Nicarágua precisa de eleições para 'se redemocratizar', diz Almagro

Secretário-geral da OEA, Luis Almagro, na 48ª Assembleia Geral do organismo, em 4 de junho de 2018, em Washington afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 19. agosto 2018 - 16:51
(AFP)

A Nicarágua precisa realizar eleições para frear a violência e a repressão e "se redemocratizar", após quatro meses de protestos pela saída do presidente Daniel Ortega - afirmou o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, em entrevista divulgada neste domingo (19), em Santiago.

Almagro também se referiu à Venezuela e reiterou que a pressão internacional deve ser mantida para que o país caribenho saia da profunda crise política, econômica e social em que se encontra.

"A Nicarágua precisa de eleições. Precisa se reinstitucionalizar, se redemocratizar. A Nicarágua é, hoje, vítima da violência, da repressão e de assassinatos, cujas consequências foram absolutamente nefastas para o país", disse ele ao jornal "El Mercurio".

O secretário destacou que a OEA apoia "o diálogo".

"É questão de vontade política, e nós vamos continuar insistindo em voltar ao diálogo por todos os meios possíveis", insistiu.

Em agosto, a OEA criou um grupo especial de 12 países para atender à crise na Nicarágua, incluindo Estados Unidos, Canadá, Argentina, Brasil e Chile, mas o governo e o Parlamento nicaraguense condenaram e rejeitaram a atuação do grupo.

Consultado sobre a crise venezuelana e sobre o governo de Nicolás Maduro, o uruguaio ressaltou a necessidade de que se mantenha a "pressão internacional" e "se aumentem as sanções".

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