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Novos distúrbios em protestos de indígenas contra governo no Equador

Mulheres indígenas protestam contra o aumento dos preços dos combustíveis em Quito, Equador afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 11. outubro 2019 - 17:04
(AFP)

Manifestantes voltaram a entrar em confronto com a polícia nesta sexta-feira em Quito, décimo dia de protestos liderados por indígenas contra os ajustes econômicos acordados pelo governo de Lenín Moreno com o FMI, constataram jornalistas da AFP.

Os confrontos acontecem em torno da sede do Poder Legislativo, que na quarta-feira foi atacada por indígenas que ocuparam brevemente o hemiciclo.

Indígenas da Amazônia participam dos distúrbios armados com lanças.

"Assassinos", gritavam os manifestantes para a polícia, alguns encapuzados e também carregando paus e bandeiras do Equador.

Na quarta-feira, um líder indígena morreu em Quito durante uma grande mobilização contra o governo.

Mais de mil indígenas chegaram à capital e "outro grupo está prestes a chegar", disse à AFP Apawki Castro, porta-voz da Confederação de Nacionalidades Indígenas (Conaie), que lidera as manifestações contra o presidente Lenín Moreno.

Os indígenas amazônicos se juntaram aos centro andino que entraram na capital desde segunda-feira a pé e de ônibus, desafiando o estado de exceção imposto por Moreno.

Pressionada pelos protestos, Moreno deixou o controle da ordem pública para os militares e transferiu na segunda-feira passada a sede do governo de Quito para o porto de Guayaquil (sudoeste).

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