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O encontro será o primeiro de Obama com os colegas Otto Pérez Molina (Guatemala), Juan Orlando Hernández (Honduras) e Salvador Sánchez Cerén (El Salvador) para tratar do tema.

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O presidente americano, Barack Obama, receberá em 25 de julho, na Casa Branca, seus colegas de Guatemala, Honduras e El Salvador, para abordar a crise produzida pela chegada maciça de imigrantes ilegais, entre eles milhares de crianças, provenientes da América Central.

Os presidentes discutirão "como reformar a colaboração em curso para deter o fluxo de migrantes ilegais", destacou a Casa Branca esta sexta-feira em um comunicado.

Segundo os Estados Unidos, desde outubro do ano passado, pelo menos 57.000 menores desacompanhados, a maioria de Honduras, El Salvador e Guatemala, foram interceptados em solo americano após emigrar clandestinamente, fugindo da violência em seus países.

O encontro, em uma semana, será o primeiro de Obama com os colegas Otto Pérez Molina (Guatemala), Juan Orlando Hernández (Honduras) e Salvador Sánchez Cerén (El Salvador) para tratar do tema, divulgado há dois meses.

Os presidentes se concentrarão na cooperação para promover uma "migração segura, legal e ordenada" entre os países com um espírito de "responsabilidade compartilhada", segundo o texto.

Outro ponto chave serão os esforços para promover a segurança e o desenvolvimento econômico nos três países centro-americanos, que sofrem com quadrilhas de criminosos e com a pobreza.

Os presidentes se reunirão antes com o vice-presidente Joe Biden para repassar os pontos acertados em uma reunião em 20 de junho na Guatemala, da qual também participaram autoridades mexicanas.

Obama solicitou ao Congresso recursos especiais de US$ 3,7 bilhões para tratar da crescente onda migratória.

Os recursos seriam destinados a aumentar o número de agentes e juízes na fronteira, assim como ampliar a capacidade de acolhida e expulsão dos imigrantes que entrarem ilegalmente nos Estados Unidos.

As autoridades americanas começaram a deportar mães com filhos para Honduras, para dar um "sinal claro" de que os imigrantes clandestinos não serão recebidos com os braços abertos no país.

AFP