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OEA aprova resolução que condena violações dos direitos humanos na Venezuela

(Arquivo) O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 28. agosto 2019 - 17:37
(AFP)

O Conselho Permanente da Organização de Estados Americanos (OEA) aprovou nesta quarta-feira uma resolução para condenar as "violações graves e sistemáticas dos direitos humanos na Venezuela".

A resolução, que recebeu 21 votos a favor, três contra, com sete abstenções e três ausências, também quer que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), ente autônomo da OEA que não visita o país desde 2002, tenha "acesso imediato e sem obstáculos" ao território.

A resolução foi apresentada por Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Estados Unidos, Guatemala, Paraguai e Peru.

O secretário-geral da OEA, Luis Almagro, disse antes da votação que "é tarde para falar de violações dos direitos humanos na Venezuela" e considerou que atualmente acontecem no país "crimes contra a humanidade".

Durante os debates prévios à votação, o representante dos Estados Unidos, Alexis Ludwing, disse que a resolução "é um importante chamado à ação".

A Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet, denunciou em um relatório publicado em julho após uma visita à Venezuela que no último ano e meio cerca de 7.000 pessoas foram assassinadas em supostos casos de "resistência à autoridade".

A resolução também busca estimular o fortalecimento da cooperação entre a CIDH e o Escritório do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos no monitoramento da situação dos direitos humanos na Venezuela.

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