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Soldado israelense faz o sinal da vitória na fronteira com a Faixa de Gaza

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Quase 70% da Faixa Gaza estava sem energia elétrica desde o início da ofensiva terrestre israelense, nesta quinta-feira à noite.

"Todas as nossas linhas com Israel estão cortadas. Geralmente, recebemos 120 MW. Hoje não recebemos nada", disse à AFP o diretor da agência de energia elétrica de Gaza, Fathi Sheikh Khalil.

"Pedimos a ajuda da Cruz Vermelha para reparar algumas linhas em Gaza. E pedimos aos serviços israelenses de energia elétrica que reparem as linhas do seu lado, mas informaram que era muito perigoso", explicou.

"Agora 70% da Faixa de Gaza está sem energia elétrica. A pior situação acontece ao norte, onde ficaram totalmente s em corrente", disse Khalil.

As linhas foram cortadas após o início da operação terrestre contra o movimento islamita Hamas, que controla a Faixa de Gaza, submetida a um rígido bloqueio israelense desde 2006.

Os habitantes de Gaza sofrem em períodos normais de 8 a 12 horas de cortes cotidianos de energia elétrica, que afetam hospitais, escolas, lojas ou unidades de tratamento de água no território de mais de 1,5 milhão de habitantes.

Quase 30% da energia elétrica de Gaza é gerada em uma usina abastecida por Israel. Esta central, de 50 MW, funcionava nesta sexta-feira e fornecia - durante 16 horas ao dia - energia para o oeste e centro do território.

A ONU calcula a demanda energética da Faixa de Gaza em 360 MW.

AFP