A Organização Mundial da Saúde (OMS) saiu em defesa da China nesta sexta-feira (14), após críticas americanas pela suposta "falta de transparência" de Pequim envolvendo a epidemia do novo coronavírus, que deixou cerca de 1.400 mortos.

"Temos um governo que coopera conosco, que convida especialistas internacionais, que compartilhou sequências [genéticas do vírus], que continua a trabalhar com o mundo exterior, que publicou em revistas médicas internacionais confiáveis", destacou o chefe do departamento de emergências sanitárias da OMS, Michael Ryan.

"Acho que isso dificilmente se encaixa nos comentários de [Larry] Kudlow, mas cada um é livre para dar sua opinião", disse à imprensa, referindo-se às críticas do assessor econômico do presidente americano, Donald Trump.

Larry Kudlow lamentou, na quinta, a "falta de transparência" da China, ao considerar que isso torna difícil a avaliação dos riscos provocados pela epidemia que afeta principalmente o gigante asiático.

"Estamos um pouco decepcionados com a falta de transparência dos chineses", declarou Kudlow.

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