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OMS prevê até 190.000 mortes por COVID-19 na África em um ano

Homem usa máscara com a frase 'Pare o coronavírus' escrita dentro de um mapa da África em uma rua de Abobo, distrito de Abidjan, Costa do Marfim, 24 de abril de 2020 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 07. maio 2020 - 21:22
(AFP)

A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que entre "83.000 e 190.000 pessoas na África poderiam morrer de COVID-19 e entre 29 e 44 milhões poderiam ser infectadas durante o primeiro ano" da pandemia.

Este seria o balanço da doença "se as medidas de confinamento fracassarem", alerta um novo estudo do escritório regional da OMS para a África, segundo um comunicado ao qual a AFP teve acesso em Brazzaville, sede regional da organização.

"Esta pesquisa, baseada em modelos, abrange 47 países da região africana da OMS, o que supõe uma população total de um bilhão de pessoas", informa a máxima autoridade mundial de saúde.

"O modelo prevê uma taxa de contágio mais lenta, as pessoas afetadas por doenças mais graves mais jovens e as taxas de mortalidade mais baixas que as observadas nos países mais afetados do resto do mundo", detalha a OMS.

"A taxa de contágio mais baixa sugere, no entanto, uma epidemia mais prolongada no tempo", segundo o estudo que também destaca que os pequenos países africanos situados perto de Argélia, África do Sul e Camarões "têm maior risco se não se priorizarem as medidas de confinamento".

Atualmente, a África, juntamente com a Oceania, é o continente menos afetado pela COVID-19, com 53.334 casos e 2.065 mortes, segundo uma contagem da AFP.

Vários países adotaram medidas de confinamento que começam a suspender progressivamente ou pensam em fazê-lo.

A Nigéria também suspendeu o confinamento em Lagos, a maior cidade da África, e a África do Sul aliviou as medidas há uma semana.

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