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ONU aumenta críticas contra sanções dos EUA à Venezuela

Alta Comissariada da ONU para os Direitos Humanos, a chilena Michelle Bachelet, faz um discurso sobre Venezuela e Iêmen durante a 40ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU em Genebra, em 20 de março de 2019 afp_tickers
Este conteúdo foi publicado em 20. março 2019 - 19:15
(AFP)

A Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, na quarta-feira intensificou as críticas às sanções dos EUA contra a Venezuela, um dia depois de o presidente Donald Trump ter advertido que elas poderiam ser "muito mais duras".

Bachelet também voltou a criticar o governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro, acusando-o de medidas violentas contra a dissidência.

"Estou preocupado que as recentes sanções às transferências financeiras derivadas da venda de petróleo venezuelano nos Estados Unidos possam contribuir para agravar a situação econômica, com possíveis repercussões nos direitos básicos e no bem-estar da população", disse Bachelet ao Conselho de Direitos Humanos da ONU, de acordo com a versão em espanhol do discurso divulgado pelo seu gabinete.

Essas afirmações acontecem um dia após o anúncio de novas sanções pelo Departamento do Tesouro americano.

No começo de março, Bachelet já denunciou as sanções internacionais contra a Venezuela, embora naquele momento não mencionou nenhum país em particular.

Os Estados Unidos e cerca de 50 países reconheceram o chefe do parlamento, o opositor Juan Guaidó, como presidente encarregado da Venezuela.

Para aumentar a pressão, Washington impôs à Venezuela sanções econômicas e decretou um embargo sobre o petróleo, exportação crucial para a economia do país, que tem que entrar em vigor em 28 de abril.

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